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Mostrando postagens de maio, 2026

DORALINDA

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DORALINDA. De uma história que li em uma crônica policial Doralinda! Linda até no nome! Negra retinta, grossos lábios, belas ancas, coração enorme! Mas, tinha por dor, ser negra. Não por complexo de cor, mas por falta de amor, por culpa de um homem. Um sujeito que, numa noite de lua cheia, depois de uma cerveja, teve comportamento disforme: Chamou-a de negra, cuspiu em seu rosto, e para aumentar o desgosto, tratou-a como coisa. Coisa ela não era! Mas dor... até no nome. Dor, à linda, o sujeito levou. Deixou-a complexada, enojada. condenada por ser bela; Dizia não saber mais o que é amar. Por isso ela flagela o coração de Antônio, que nada sabe da história! O que é isto, Antônio! Basta puxar pela memória! cidade inteira falou! “Jovem desesperada quase mata, a facadas, filho do promotor!” Sim, a linda foi assediada. Defendeu-se a unhadas, gritou até não poder mais! Mas, na noite de lua cheia, dia de futebol e novela, não havia ...

A ALEGORIA DA CAVERNA: QUANDO A VIDA SE TORNA UMA ILUSÃO

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  A ALEGORIA DA CAVERNA: QUANDO A VIDA SE TORNA UMA ILUSÃO (Filosofia) Uma das cenas mais icônicas do primeiro filme da trilogia Matrix é quando, sentados em uma sala escura, os personagens Neo e Morpheus encadeiam um diálogo, sem o qual, a história do filme não teria como prosseguir. Morpheus oferece a Neo duas opções à sua vida: duas pílulas, uma azul e outra vermelha. Na fala, Morpheus alerta: “se engolir a pílula azul, permanecerá no mundo da ilusão; se engolir a vermelha, verás o mundo como ele é! Neo, depois de um momento de hesitação, escolhe a vermelha. O resto é assistir ao filme. Uma das coisas que pode passar despercebida a um espectador comum é o fato de que Neo não escolhe a pílula vermelha aleatoriamente. Desde o começo do filme, ele é atravessado por um sentimento de que há algo errado com a realidade que o cerca, com o mundo em que vive, com o comportamento aparentemente programado e automatizado das pessoas. Um sentimento que ele não sabe  explicar, apenas...